A maioria de nós adora um tratamento para mãos ou pés que envolva esfoliação, e nossos clientes também, certo?
Sabemos que ele acelera o que normalmente seria a descamação natural. Ele se livra das células mortas da pele, permite maior penetração dos cremes de tratamento subsequentes e dá à pele uma aparência mais brilhante e fresca.
Mas isso é apenas parte da história!
A outra parte da história é que ele rompe a barreira natural da pele, o que envia uma mensagem para as camadas inferiores da epiderme para que trabalhem mais. Quando elas precisam se esforçar mais, surge uma pele mais nova e mais brilhante.
Esse pode ser um benefício muito bom, sem dúvida.
MAS, esteja ciente de que esse é, na verdade, o estágio inicial de uma inflamação. São as defesas do corpo reagindo. O tratamento, realizado com conhecimento e compreensão, pode ser um benefício fantástico. Mas se for exagerado, as defesas podem reagir ainda mais.
Veja, por exemplo, um peeling químico. Essa é a versão química de uma esfoliação mecânica. Isso requer educação avançada, um profundo conhecimento da pele e dos produtos que estão sendo usados.
Portanto, a mensagem aqui é entender a condição específica da pele do cliente, além de possíveis contraindicações (por exemplo, diabetes, alergias etc.). Exemplos disso são a camada fina no dorso das mãos e na parte superior do pé. Em comparação com as ‘áreas de pele dura’ na parte inferior do pé e na palma da mão. Fique atento a peles particularmente delicadas ou propensas a alergias.
Um tratamento adorável que, lembre-se, pode afetar seriamente a barreira natural da pele, pode facilmente se transformar em um problema.
Educação e compreensão são tudo. Seja profissionalmente responsável e pense em seu plano de tratamento para cada cliente.

